terça-feira

MÚSICA para as suas Férias !!!


Muito bom é só clicar na musica e ouvir.....

Desenho de Deus (2006)
Dandara (2005)
Eu Sei (2004)
Epitáfio (2001)
A Miragem (2001)
A Loba(2001)
Dois (1997)
Paratodos(1993)
Espanhola(1999)
Sonhos(1994)
Lenha (1999)
Mulheres(1998)
SE (1992)
Beija eu (1991)
Recado(1990)
Sozinho(1999)
Nuvens(1995)
Dez a Um(1997)
Bem Querer(1998)
Momentos(1983)
Oceano (1989)
Conselho(1986)
Alma(1982)
Saigon(1989)
Deslizes(1989)
Bilhete(1980)
Viajante(1989)
Verde (1985)
Agonia (1980)
Paixão(1981)
Brasil (1988)
Ontem (1988)
Samurai (1982)
O Caderno(1983)
Detalhes (1970)
Gabriela(1975)
Tigresa (1977)
Viagem (1973)
Sufoco (1978)
Bandolins(1979)
Argumento(1975)
Toada(1979)
Valsinha(1971)
Loucura (1979)
Foi Assim (1977)
Outra Vez(1977)
Só Louco(1976)
Pra Você(1972)
O Surdo(1975)
Wave (1977)
Você (1974)
Seu Corpo(1975)
Madalena(1970)
Disparada (1965)
Travessia ( 1967)
A Banda (1965)
Carolina (1967)
Hoje (1966)
Modinha(1968)
Negue (1960)
Apelo (1967)
O Barquinho ( 1961)
Arrastão (1965)
A Praça(1967)
Brigas(1966)
Andança(1968)
Roda Viva(1967)
Conceição ( 1956)
Iracema(1956)
Dindi (1959)
Ronda(1953)
Castigo ( 1958)
Ouça ( 1957)
Molambo ( 1953 )
E daí?(1959)
Amélia (1941)
Marina ( 1947)
Mensagem ( 1946)
Caminhemos( 1947).

quarta-feira

Chaminés Algarvias

, Publicado por A.David

A FALTA DE VERGONHA

O modo como se tem desenvolvido a vida das grandes empresas, nomeadamente da banca e dos seguros, envolvendo BCP e Banco de Portugal, incluindo as remunerações dos seus administradores e respectivas mordomias, transformou-se num escândalo nacional, criando a repulsa generalizada.É consensual que o país precisa de grandes reformas e tal esforço deve ser reconhecido a este Governo (mesmo com os erros e exageros que têm acontecido).Alguém tinha de o fazer e este Governo arregaçou as mangas para algo que já deveria ter ocorrido há muito tempo. Mas não tocou nestes grandes beneficiários que envergonham a democracia, com a agravante de se pedirem sacrifícios à generalidade da população que já vive com muitas dificuldades.O excesso de benefícios daqueles administradores já levou a que o próprio Presidente da República tivesse sentido a obrigação de intervir publicamente.Mas tudo continua na mesma; a promiscuidade entre o poder político e o económico é um facto e feito com total despudor.Uma
recente sondagem Gallup a nível mundial, e também em Portugal, mostra a falta de confiança que existe nos responsáveis políticos deste regime.Tenho 47 anos de serviço ao Estado, nas mais diferentes funções de grande responsabilidade, sei como se pode governar com sentido de serviço público, sem qualquer vantagem pessoal, e sei qual é a minha pensão de aposentação publicada em D.R.Se sinto a revolta crescente daqueles que comigo contactam, eu próprio começo a sentir que a minha capacidade de resistência psicológica a tanta desvergonha, mantendo sempre uma posição institucional e de confiança no sistema que a III República instaurou, vai enfraquecendo todos os dias.Já fui convidado para encabeçar um movimento de indignação contra este estado de coisas e tenho resistido.Mas a explosão social está a chegar. Vão ocorrer movimentos de cidadãos que já não podem aguentar mais o que se passa.É óbvio que não será pela acção militar que tal acontecerá, não só porque não resolveria o problema mas
também porque o enquadramento da UE não o aceitaria; não haverá mais cardeais e generais para resolver este tipo de questões. Isso é um passado enterrado. Tem de ser o próprio sistema político e social a tomar as medidas correctivas para diminuir os crescentes focos de indignação e revolta.Os sintomas são iguais aos que aconteceram no final da Monarquia e da I República, sendo bom que os responsáveis não olhem para o lado, já que, quando as grandes explosões sociais acontecem, ninguém sabe como acabam. E as más experiências de Portugal devem ser uma vacina para evitar erros semelhantes na actualidade.É espantosa a reacção ofendida dos responsáveis políticos quando alguém denuncia a corrupção, sendo evidente que deve ser provada; e se olhassem para dentro dos partidos e começassem a fazer a separação entre o trigo e o joio? Seria um bom princípio!Corrija-se o que está errado, as mordomias e as injustiças, e a tranquilidade voltará, porque o povo compreende os sacrifícios se forem dist ribuídos por todos.
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General Garcia Leandro

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Observação do Coronel Manuel Amaro Bernardes:

Este General tem grande experiência política. Foi Governador de Macau no período complicado do pós 25 de Abril de 1974 e é um estudioso dos assuntos internacionais e de segurança. Actualmente está à frente do Observatório de Segurança. De facto a situação deve merecer a maior reflexão, pois estamos lembrados do sucedido em anos anteriores em França, com os grandes incidentes de rua.
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Manuel Bernardo

Sr. Major, demita-se

Vou directo ao assunto, não faço rodeios.
O Sr. Major Valentim Loureiro é Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, sendo pois um órgão da mesma.Nos termos do Art.º 26.º dos Estatutos da LPFP, a Assembleia Geral é o órgão supremo da Liga.Ou seja, por outras palavras, o Sr. Major está para o futebol profissional como o Presidente da Assembleia da República está para o poder político.Não terá funções executivas, mas constitui um referencial e uma representação da instituição, no seu caso mais marcadamente, porquanto transitou para esse cargo depois de ter sido Presidente da Liga.Indiscutivelmente, o Sr. Major é uma das caras (entre outras coisas) do futebol profissional em Portugal.O Sr. Major decidiu permanecer nas funções de Presidente da Mesa, não obstante as acusações e processos que sobre si impendem.Devo dizer, desde logo, que acho mal.Acho mal, porquanto a questão não se coloca num ponto de vista jurídico, outrossim numa perspectiva ética.Por outras palavras, não interessará tanto saber se a prova recolhida através das escutas telefónicas pode ser usada no âmbito do processo penal ou das sanções disciplinares do Conselho de Disciplina e do Conselho de Justiça; o que releva é que o então Presidente da Liga agia com outros agentes do futebol da forma que as conversas telefónicas abundantemente ilustram.E se o Sr. Major acha esse relacionamento estatutário, normal e legítimo, eu não acho.Devo mesmo dizer que, como dirigente de um clube que está fora desses Apitos Dourados e Apitos Finais, convivo mal com essa promiscuidade.O mesmo se aplica relativamente aos trabalhos da Assembleia Geral da Liga que visam alterar o Regulamento Disciplinar da mesma; quem, perante as embrulhadas em que o Sr. Major está metido, pode levar a sério o que se passou, em matéria de alteração da moldura e agravamento das sanções de determinados delitos (corrupção, coacção), convenientemente chutadas (é o termo) para as calendas?Sr. Major, pode esconder-se por detrás de todos os subterfúgios processuais e disciplinares, relativamente aos casos em que está envolvido; pode até ser absolvido.Simplesmente tal circunstancialismo não altera o juízo ético que se impõe relativamente às suas condutas, mesmo que quem sofra seja o Boavista ou o Gondomar; e nessa apreciação deixe-me que lhe diga, o Sr. Major não fica nada bem na fotografia…Não quero aprofundar os motivos pelos quais se pretende manter na Liga.Quero apenas dizer-lhe isto: a simples presença do Sr. Major afecta a credibilidade do futebol.Faça então um favor ao futebol, aos adeptos e se calhar a si mesmo.
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Demita-se*Vice-presidente do Conselho Directivo do Sporting

Deputado Português

Deputado Portugues

Um deputado ia a caminho de casa quando observou três Homens maltrapilhos a comer erva à beira da estrada. Ordenou ao motorista da sua limusine que parasse, saiu do veículo eperguntou:
-
- Porque é que vocês estão a comer a erva?
- Porque nós estamos desempregados e não temos dinheiro pra comprar comida.
- Bem, vocês podem vir comigo para a minha casa!
- Mas...doutor, eu estou com a minha mulher, três filhos e mais estes dois colegas.
- Não tem problema. Traga-os também.
-
Imediatamente todos se foram acomodando na limusine e seguiram para casa do deputado. No meio do caminho, o homem comentou com o político:
-
- O senhor é muito gentil. Obrigado por nos levar para a sua casasenhor!
-
E o deputado:
- Não tem de quê! Vocês vão adorar a minha casa. A erva está com quase um palmo de altura.

A Carta que define o HOMEM

Carta cujo signatário foi, ao tempo da Guerra do Ultramar,um destacado elemento da minha Unidade ( Grupos Especiais Paraquedistas), em Moçambique. Era ele então Alferes e comandava um Grupo Especial, considerado" Muito Bom".
Possuidor de uma excelente capacidade de comando e elevados dotes de coragem, obteve assinaláveis sucessos e muito prestígio, nas inúmeras operações em que tomou parte. A sua acção em combate honrou as nossas Forças Armadas!

Quanto ao documento... sem comentários !

Serra Pinto

Ex.mo Senhor Ministro das Finanças

Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V.Ex.a para lhe fazer uma proposta:

A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, foi vítima de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma.

Por esta "coisinha" sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.

Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância.

Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:

a) a devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha.
b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:
c) os seis (6) tratamentos de quimioterapia.
d) os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.
e) a angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.
f) os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).
g) ansiedade com que são acompanhados estes exames.
h) A angústia em que vivemos permanentemente.

Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.
Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo.

Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V.Ex.a que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras...

Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender.
Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.

Atentamente> 19/Outubro/2007> Victor Lopes da Gama Cerqueira

quinta-feira

Músicas do ZECA AFONSO


Alberto David

CANTIGA DE ABRIL

CANTIGA DE ABRIL
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Quase, quase cinquenta anos
reinaram neste país,
a conta de tantos danos,
de tantos crimes e enganos,
chegava até à raiz.
-
Qual cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Tantos morreram sem ver
o dia do despertar!
Tantos sem poder saber
com que letras escrever,
com que palavras gritar!
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Essa paz do cemitério
toda prisão e censura,
e o poder feito galdério,
sem limite e sem cautério,
todo embófia e sinecura.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Esses ricos sem vergonha,
esses pobres sem futuro,
essa emigração medonha,
e a tristeza uma peçonha
envenenando o ar puro.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Essas guerras de além-mar
gastando as armas e a gente,
esse morrer e matar
sem sinal de se acabar
por política demente.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Esse perder-se no mundo
o nome de Portugal,
essa amargura sem fundo,
só miséria sem segundo,
só desespero fatal.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Quase, quase cinquenta anos
durou esta eternidade,
numa sombra de gusanos
e em negócios de ciganos,
entre mentira e maldade.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Saem tanques para a rua,
sai o povo logo atrás:
estala enfim altiva e nua
com força que não recua,
a verdade mais veraz.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-

Publicado por A.David

quinta-feira

O pior analfabeto é o analfabeto politico

"O pior analfabeto é o analfabeto político.
-

Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, da renda de casa, do sapato e do remédio depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e enche o peito dizendo que odeia a política.
Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais."
-
Berthold Brecht

terça-feira

Para reflexão !

SEDES

Esta associação surgiu no Marcelismo e pareceu-me uma tentativa para o regime dominar a oposição, neutralizar as suas ideias e para obrigar a participar no poder.

Assisti a algumas das suas iniciativas nessa época, Com alguma utilidade.

O fim do regime retirou-lhe protagonismo e permitiu a sua sobrevivênvia, com aparições públicas esporádicas. Parece um grupo com forte presença de Professsores Universitários, ligados a pesados interesses financeiros, um forúm de direita que esporadicamente converge com ideias mais à esquerda.

Desta vez foi utilizada como arma o arremesso contra o PS e para permitir a intervenção do presidente da Répública. Refiro-me à denúncia sobre a falta de democracia actual em Portugal devido à tomada de assalto por grupos organizados de todos os partidos políticos e do Estado.

Depois da intervenção do Presidente da Répública (afirmou que concordava e que já agia no sentido de corrigir essa realidade...), os opinion makers apressaram-se a desvalorizar a intervenção, afirmando que todos sabíamos já dessa realidade. Os partidos da oposição reagiram de forma ambígua, acusando o partido do poder e negando ou omitindo as suas responsabilidades.

A minha experiência pessoal de tentativa de participação cívica na sociedade e de exercício profissional no estado confirma a realidade denunciada.

De facto, existem grupos organizados que monopolizam totalmente o poder. Vedam a participação dos Cidadãos e reservam só para si o reconhecimento do mérito e da competência, impedindo que a generalidade dos Cidadãos sejam reconhecidos socialmente e possam trabalhar com liberdade. Denunciar esta realidade tem mérito, mas consegue transformar as coisas no sentido certo. É de enorme dificuldade! Os grupos estão enquistados nos partidos e no Estado e é muito difícil desalojá-los.

O parido mais "viciado" nestas práticas é o PS e não é só agora que as utiliza. De facto, desde a República que os sectores sociais que se aproveitam de organizações como o PS. Só que a concentração económica imparável lhes tem facilitado abusr mais e impunemente... as tentativas de lançar lançar políticas contra este flagelo têm todas fracassado e não têm divulgação pública.

A existência de um Primeiro-Ministro, Sócrates, com nome de Filósofo Grego, antigo pato-bravo, filho de um Arquitecto e de Familias de Empreiteiros, com o curso de Agente Técnico de Engenharia e conclusão burocrática e apressada de um curso de Engenharia Civil, com carreira Política conseguida à custa de troca de favores no seio dos citados grupos de interesses, é a melhor demonstração desta realidade! Quando toda esta comédia terminará em (BEM...)

domingo

EM 1871 ERA ASSIM


As Farpas

O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os carácteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!»
-
Eça de Queirós

De onde é que vieram tantos COMUNISTAS !!

Sócrates ! explica ao ignorante, de onde vieram tantos Comunistas, será que ainda não percebeste, que são aqueles que humilhas diáriamente que estão em LUTA.
Culminando semanas de protestos, entre 80 a cem mil professores manifestaram-se este sábado em Lisboa, numa iniciativa a que deram o nome de Marcha da Indignação... Foto: João Henriques

sábado

Para onde caminhamos !!

Editorial

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A ida da polícia a várias escolas em vésperas de uma manifestação nacional de professores tem de ser rapida e cabalmente esclarecida. É preciso saber quem foi, quem mandou e para quê. Não bastam explicações administrativas, exige-se uma resposta política de acordo com a tradição democrática do Partido Socialista e sem transferência de responsabilidades de cima para baixo. Caso contrário, algo não estará certo nesta democracia, pela qual somos todos responsáveis. Sobretudo aqueles que por ela lutaram e aqueles a quem, como aos órgãos de soberania e, em especial, ao senhor Presidente da República, cabe garantir os direitos e liberdades dos cidadãos.

terça-feira

Se isto continua assim, bem voltam os anúncios !!


O Professor que Sócrates não conhecia !!

O PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA.
NÃO CONHECEU NEM QUER OUVIR FALAR; A BEM DA NAÇÃO CHAMA-SE ANTÓNIO JOSÉ MORAIS E É ENGENHEIRO A SÉRIO; DAQUELES RECONHECIDOS PELA ORDEM

O António José Morais é primo em primeiro grau da Dra. Edite Estrela.
É um transmontano tal como a prima que também é uma grande amiga do Eng. Sócrates. Também é amigo de outro transmontano, também licenciado pela INDEPENDENTE o Dr. Armando Vara, antigo caixa da Caixa Geral de Depósitos e actualmente Administrador da Caixa Geral de Depósitos, grande amigo do Eng. Sócrates e da Dr.ª Edite Estrela.

O Eng. Morais trabalhou no prestigiado LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil), só que devido ao seu elevado empreendedorismo canalizava trabalhos destinados ao LNEC, para uma empresa em que era parte interessada.
Um dia foi convidado a sair pela infeliz conduta. Trabalhou para outras empresas entre as quais HIDRO-PROJECTO e pelas mesmas razões foi convidado a sair.

Nesta sua fase de consultor de reconhecido mérito trabalhou para a Câmara da Covilhã onde vendeu serviços requisitados pelo técnico Eng.Sócrates.

Daí nasce uma amizade.
É desta amizade entre o Eng. da Covilhã e o Eng. Consultor que se dá a apresentação do Eng. Sócrates à Dr.ª Edite Estrela, proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista. E assim começa a fulgurante ascensão do Eng. Sócrates no Partido Socialista de Lisboa apadrinhada pela famosa Dr.ª Edite. Estrela, ainda hoje um vulto extremamente influente no núcleo duro do líder socialista.
À ambição legítima do político Sócrates era importante acrescentar o grau de licenciatura. Assim o Eng. Morais, já professor do prestigiado ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa) passa a contar naquela Universidade com um prestigiado aluno - José Sócrates Pinto de Sousa bacharel.
O Eng. Morais demasiado envolvido noutros projectos faltava amiúde às aulas e, naturalmente, foi convidado a sair daquela docência.
Homem de grande espírito de iniciativa, rapidamente, se colocou na Universidade Independente. Aí o seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na politica e na governação seguiu-o ......" porque era a escola, mais perto do ISEL que encontrou ".
E assim se licenciou, tendo como professor da maioria das cadeiras (logo quatro) o desconhecido mas exigente Eng. Morais. E ultrapassando todas as dificuldades, conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador estudante licencia-se, e passa a ser Engenheiro, à revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que segundo consta é quem diz quem é Engenheiro ou não, sobrepondo-se completamento ao Ministério que tutela o ensino superior.
(Essa também não é muito entendível; se é a Ordem que determina quem tem aptidão para ser Engenheiro devia ser a Ordem a aprovar os Cursos de Engenharia....La Palisse não diria melhor)
Eis que licenciado o governante há que retribuir o esforço do HIPER-MEGA PROFESSOR, que com o sacrifício do seu próprio descanso deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora de normal já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente.
E ASSIM FOI: O amigo Vara, também secretário da Administração Interna coloca o Eng. Morais como Director Geral no GEPI, um organismo daquele Ministério.
O Eng. Morais, um homem cheio de iniciativa, teve que ser demitido devido a adjudicações de obras não muito consonantes com a lei e outras trapalhadas na Fundação de Prevenção e Segurança fundada pelo Secretário de Estado Vara.
(lembram - se que foi por causa dessa famigerada Fundação que o Eng. Guterres foi obrigado a demitir o já ministro Vara (pressões do Presidente Sampaio), o que levou ao corte de relações do Dr. Vara com o Dr. Sampaio - consta até que o Dr. Vara nutre pelo ex-Presidente um ódio de estimação. O Eng. Guterres farto que estava do Partido Socialista (porque é um homem de bem, acima de qualquer suspeita, íntegro e patriota) aproveita a derrota nas autárquicas e dá uma bofetada de luva branca no Partido Socialista e manda-os todos para o desemprego. Segue-se o Dr. Durão Barroso e o Dr. Santana Lopes que não se distinguem e praticamente nada de positivo e assim volta o Partido Socialista comandado pelo Eng. Sócrates..... Que GANHA AS ELEIÇÕES COM MAIORIA ABSOLUTA.
Eis que, amigo do seu amigo é e vamos dar mais uma oportunidade ao Morais, que o tipo não é para brincadeiras. E o Eng. Morais é nomeado Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça.
O Eng. Morais homem sensível e de coração grande, tomba de amores por uma cidadã brasileira que era empregada num restaurante no Centro Comercial Colombo.
E como a paixão obnubila a mente e trai a razão nomeia a "brasuca " Directora de Logística dum organismo por ele tutelado a ganhar 1600 € por mês. Claro que ia dar chatice, porque as habilitações literárias (outra vez as malfadadas habilitações) da pequena começaram a ser questionadas pelo pessoal que por lá circulava. Daí a ser publicado no " 24 HORAS" foi um ápice.
E assim lá foi o apaixonado Eng. Morais despedido outra vez.

A Criancinha !!

Magnífico artigo na Visão online!

A criancinha quer Playstation. A gente dá. A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa. A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementae acaba tudo em festim de chocolate. A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umastantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha. A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque acriancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando. A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e oberreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce.
Faz-se projecto de homem ou mulher. Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, etorna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que elesestejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popóe numas férias à maneira. A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processode independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa.
Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo eumbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítimade violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora.Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do cordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duasbofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce.
Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí afazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei.Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo.
Então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos.

segunda-feira

É uma questão de História

Exactamente, como foi previsto há cerca de 60 anos

É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças aliadas, General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos.

E o motivo, ele assim explanou: ' Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, em algum ponto ao longo da história, algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca aconteceu'.

'Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam'. (Edmund Burke)

Relembrando:

Esta semana, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque 'ofendia' a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu...

Este é um presságio assustador sobre o medo que está atingindo o mundo, e o quão facilmente cada país está se deixando levar.

Estamos a mais de 60 anos do término da Segunda Guerra Mundial.

Este blog e outros meios tais como os e-mails servirão como uma corrente, em memória dos 6 milhões de judeus,20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, e 1900 padres católicos que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados , mortos de fome e humilhados , enquanto Alemanha e Rússia olhavam em outras direcções.

Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, sustentando que o 'Holocausto é um mito', torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.

A intenção de colocar este e-mail recebido no meu blog, é para que ele seja lido por todos os que me visitam em todo o mundo.

Seja um elo desta corrente, copie este texto e ajude a envia-lo por e-mail para o mundo todo.

A minha Serenata para às MULHERES !!

PORTUGAL NO SEU MELHOR !!!

PORTUGAL NO SEU MELHOR !!!!!!!

José Sócrates tem, como deves saber, um assessor cultural.
Trata-sede um tipico intelectual luso, minimalista, de negro sempre vestido, tristee crítico de todas as artes, em tempos assessor de... Manuel Maria Carrilho.
Chama-se Alexandre Melo, pertence como não podia deixar de ser, ao lobby gay e é grande amigo de outro célebre crítico de arte, também denegro sempre vestido, cujo nome é ANTÓNIO PINTO RIBEIRO, antigo funcionário da Gulbenkian e hoje em dia da Culturgest.
Sócrates telefonou ao seu assessor a quem pediu que lhe indicasse o nome de alguém para substituir a Isabel Pires de Lima no Ministério da Cultura e oseu assessor, sem hesitar, indicou António Pinto Ribeiro. Logo a seguir, telefonou o Melo ao amigo Pinto Ribeiro a quem preveniu que logo lhe telefonaria o Sócrates a convidá-lo para Ministro da Cultura.
Exultaram os dois, e o indigitado futuro ministro ficou de olho eouvido no telefone à espera de um telefonema que não havia maneira dechegar. Entretanto, Sócrates, no seu gabinete, solicita que o ponham emcontacto com o Dr. Pinto Ribeiro. A telefonista procede com prontidão visto ter à mão uma lista detodos os funcionários superiores de todos os ministérios, um dos quais é o Dr. JOSÉ ANTÓNIO PINTO RIBEIRO, advogado de formação e profissão mas exercendo as funções de Presidente da Colecção Berardo no CCB, lugar paraonde fôra nomeado por ter sido o advogado intermediário entre o Joe Berardoe o Primeiro-Ministro por alturas da escandalosa história da transferênciada chamada Colecção Berardo para o Centro Cultural de Belém !
Sócrates cumprimenta-o calorosamente e convida-o para Ministro da Cultura, julgando estar a falar com o outro Pinto Ribeiro, o "agente cultural" que lhe havia sido calorosamenre recomendado pelo seu diligente assessor cultural.
Muito à portuguesa o interlocutor a quem por equívoco o Sócrates estava aconvidar para Ministro da Cultura respondeu imediatamente que aceitava SEMFAZER QUALQUER PERGUNTA a Sua Excelência.
Sócrates desliga o telefone e informa o assessor do facto de ter o PintoRibeiro aceite o convite. O assessor dá-lhe parte do seu regozijo e telefona logo aseguir ao amigo para o felicitar e só nesta altura se apercebem ambos decomo de enganos é feita a vida política em Portugal a tal ponto são ignorantes, trapalhões e imbecis os políticos lusos.
Esta história parece uma página arrancada a um romance do Eça de Queiroz. Sócrates dirá:Mas que disparate! Não, enfim claro que não, que peça jornalística delirante, não, isto é prestar um mau serviço ao jornalismo… toda a gente sabe que os Pintos Ribeiros, sejam eles quais forem, dão óptimos ministros da cultura….

Sabem quanto ganham ?

Os deputados, ministros, secretários de Estado, etc. sabem quanto ganham os elementos do Conselho de Administração do Banco de Portugal. Quem não sabe e os políticos pretendem que não seja conhecedor é o povo.

Os partidos políticos neste país têm servido fundamentalmente para uma cambada de oportunistas incompetentes conseguir ser nomeada para cargos a que por competência e mérito próprios nunca teriam acesso.
O Estado deveria ser uma entidade para gerir eficientemente os bens públicos em benefício do seu proprietário colectivo - o povo português - e simultâneamente regular dum modo isento e independente as relações entre os cidadãos.
Ao invés disso transformou-se numa imensa máquina de extorsão de dinheiro aos portugueses que nos está a levar a todos à ruína. E esse dinheiro extorquido aos contribuintes é sempre distribuído em benefício dos mesmos: os políticos e seus protegidos.
Só para ter ideia até que ponto estamos a ser explorados compare com a situação aqui ao lado em Espanha em que em sede de IVA enquanto nós pagamos 21% eles pagam apenas 16%. Em sede de IRS a diferença ainda é mais escandalosa. Segundo li num jornal diário da semana passada, em Espanha os contribuintes que ganhem menos de 16000,00€ / ano (ou 265 contos/mês) estão isentos de IRS. Só a partir desse valor é que os contribuintes começam a pagar IRS. Agora compare com a quantidade de IRS paga em Portugal para o mesmo rendimento.
Em sede do Imposto Municipal de Imóveis estamos também a ser roubados. O Decreto-Lei 287/2003 aprovado pela então Ministra das Finanças, a Dra. Manuela Ferreira Leite, veio criar condições ainda mais difíceis à vida dos portugueses. Conheço casos de apartamentos que já estão a pagar cerca de 1 200,00 € / ano de IMI. Mais grave ainda é o caso das moradias em que num caso que eu conheço o proprietário já foi obrigado a vender por não conseguir pagar o valor de IMI que as Finanças lhe atribuíram, cerca de 2300,00€ / ano. Quanto aos proprietários de imóveis que ainda pagam valores de IMI inferiores a 500,00€ / ano, eles que se acautelem, porque os imóveis ainda não foram reavaliados (o prazo em que as Finanças prevêem fazê-lo é de 10 anos) logo que seja efectuada a sua reavaliação irão começar a pagar valores da mesma ordem de grandeza. E estou a falar de habitações perfeitamente vulgares.
Por comparação com o caso português, um emigrante com quem estive hoje paga de uma moradia grande de que é proprietário no Luxemburgo, simplesmente o país com maior rendimento per capita da UE, apenas 70,00€ / ano de imposto sobre imóveis ao Estado luxemburguês. Compare agora com os milhares de euros cobrados pelo Estado português!
Portugal
Luxemburgo
Salário médio
645,00 €
3 213,00 €
IMI da moradia
2300,00 €
70,00 €
Valor do IMI em % do salário médio
356 %
2 %
Em termos práticos significa que enquanto o português médio tem de trabalhar três meses e meio só para pagar os impostos anuais relativos à moradia, ao luxemburguês médio bastam-lhe apenas três horas e meia de trabalho para pagar o imposto equivalente. Será isto a famosa justiça social que os nossos governantes já andam a apregoar há tantos anos?
O que nos estão a fazer é imoral meu amigo. Comprámos casas para não estarmos a pagar renda a um senhorio e em vez disso a partir do infame decreto-lei da Dra. Ferreira Leite iremos ser obrigados a pagar renda ao Estado.
A situação de pobreza de uma parte da população é substancialmente mais grave do que aquilo que os nossos governantes querem fazer crer à opinião pública. Só no ano de 2006, 100 000 portugueses foram forçados a emigrar por não terem trabalho cá.
A estes juntam-se mais 80 000 que continuam a residir em Portugal mas já trabalham em Espanha durante a semana.
Se adicionarmos estes 180 000 emigrantes forçados aos mais de 400 000 desempregados oficiais concluímos que o número de desempregados ultrapassa já largamente os 600 000! Só não se nota nas estatísticas porque ESTAMOS A EXPORTAR DESEMPREGADOS!
A estes infelizes contrapõe-se uma minoria sem qualquer mérito que está cada vez mais rica fazendo negócios com o Estado, sob a protecção do Estado, ou favorecidos pelo Estado (vide empresas de obras públicas, telecomunicações, energia, banca, etc.), usufruindo de um regime de monopólio ou quase que lhes permite cobrar os preços que querem (normalmente exorbitantes) aos consumidores os quais são forçados a ser seus clientes porque não têm outra alternativa.
Muitas dessas situações não são noticiadas pelos média, porque não vendem jornais, e a insistência na sua publicação só iria fazer baixar as tiragens. A nível noticioso, o país está-se a transformar num jardim de infância para adultos, em que o povo prefere andar a ler a Caras ou outras revistas cor de rosa para saber quem vai para a cama com quem, do que informar-se, pronunciar-se e revoltar-se quando a sua qualidade de vida está em degradação permanente e acentuada.

É este o retrato dos portugueses. São explorados economicamente, maltratados pelos agentes do Estado, escarnecidos pelos políticos, desprezados pelos oligarcas, mas devido às sistemáticas operações de marketing, propaganda, manipulação dos media e contra informação efectuada pelos políticos, parte da população ainda anda satisfeita porque julga viver num cantinho do céu.
Como diz o ditado popular, pobretes mas alegretes.
Contudo, nem todos andam satisfeitos. Para os mais atentos à situação social deste país o estado de espírito é de revolta e indignação pela situação degradante em que as suas vidas caíram. É neste momento evidente para essa franja mais atenta e desfavorecida da população que foi criado em Portugal um grande laço que está a estrangular a carteira e principalmente o cérebro dos portugueses.
Caso nada seja feito para o contrariar, Portugal caminha a passos largos para um regime totalitário de pensamento único, infestado de bufos e delatores sempre prontos a denunciar os contestatários às autoridades na esperança de serem promovidos, onde os ingénuos serão manipulados com operações de marketing, os discordantes serão descredibilizados com manobras de contra-informação nos media, os recalcitrantes serão perseguidos até deixarem de reclamar, e praticamente todos os cidadãos irão perder a liberdade de pensamento, expressão e actuação, continuam a ter deveres, mas deixaram de ter direitos. Por isso meu amigo, o futuro da situação dos direitos e liberdades individuais deste país também não se augura brilhante.
Isto é uma realidade que neste momento ainda não é apercebida por todos. Muitos dos desatentos e inconscientes, onde eu próprio até há pouco tempo me incluía também, só se irão aperceber do que está a suceder quando começarem eles próprios a sofrer arbitrariedades na pele.
Ninguém é inocente em relação ao descalabro a que as coisas estão a chegar, mas alguns serão mais culpados que outros!
Quero esclarecer que até ao presente também eu fui um dos cidadãos vítima de abusos e prepotências e que se calaram. Agora estou farto e para mim chegou a altura de dizer BASTA!
O Estado português está infiltrado por uma máfia de crápulas sem escrúpulos, moral ou princípios, que está a prejudicar gravemente e a fazer a vida negra aos seus concidadãos!
Só livrando-nos deles, revogando toda a legislação danosa e de favor aprovada, e denunciando contratos ruinosos, poderemos finalmente aspirar neste país a ter uma vida digna de ser vivida!
A VERDADE é importante para denunciar, debater e moralizar. Mas se não conseguirmos modificar o regime, será apenas mais uma voz a bradar no deserto e todo o esforço feito terá sido em vão.
Já temos a força da razão. Mas para modificar o que está mal precisamos também de ter a força do número. Para isso é importante angariarmos militantes inteligentes, críticos, interventivos e disciplinados, que queiram empenhar-se civicamente na modificação do regime.
Só com um movimento cívico forte, organizado, disciplinado e determinado conseguiremos modificar o regime.
Será que ainda iremos a tempo? Sinceramente não sei. Só sei que vou lutar pela minha liberdade. E pelo que me está a ser negado em Portugal: a possibilidade de ter uma vida digna. Porque adoro este país e não quero ser mais um dos infelizes obrigados a emigrar. E espero que ao lerem as newsletters mais cidadãos inconformados se unam a mim numa luta por um futuro digno e humano neste país.
Se o ambiente actual que se vive no país é de dificuldades e intimidação, o futuro que nos preparam é de miséria e opressão. E nós merecemos melhor

Degustação de vinho em Minas

Degustação de vinho em Minas - Hummm... - Hummm...
- Eca!!! - Eca?! Quem falou Eca? - Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?
Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas...
Putaquepariu sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!
Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá isso tá!
Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?
Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica.
O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então...
E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!
O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no...
Mais num vai introduzi mais é nunca! Desafasta, coisa ruim!
Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
Hã-hã... Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta... - O senhor poderia começar com um Beaujolais!
Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home, safardana!
Então, que tal um mais encorpado?
Óia lá, ocê tá brincano com fogo... - Ou, então, um suave fresco!
Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!
Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, memo!
Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima com brabuleta...
Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?
Pra que esse nervosismo todo?
Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei?
Eu é qui vô acertá um tapão nas suas venta, cão sarnento! Engulidô de rôia! - Mole e redondo, com bouquet forte?
Agora, ocê pulô o corguim! E é um... e é dois... e é treis! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!...
Luiz Fernando Veríssimo

Subir na vida não é dificil !

Como subir na vida, com pouco trabalho e poucos estudos...
Basta filiar-se no partido... e saber gerir umas amizades promissoras... um bom exemplo de «esforço» e reconhecida dedicação a bem dos seus interesses pessoais!
Armando Vara é uma grande figura da democracia portuguesa.
Foi ele que inventou as matrículas com letra K quando foi secretário de estado, foi ele que inventou a tolerância zero nalgumas estradas assassinas em que o Estado não investiu um chavo, foi ele que esteve envolvido na célebre Fundação para a Prevenção e Segurança e foi ele que Jorge Sampaio obrigou demitir através de um ultimatum a António Guterres, por causa das broncas com a célebre fundação.
O homem fez de morto político e acabou por entrar para a administração da Caixa onde antes, muito antes, tinha sido um modesto, mas já ambicioso, empregado de balcão.
Vara é unha com carne com Sócrates e tem um percurso político e académico que parece clonado do primeiro ministro. Ambos têm uma formação académica de alto gabarito, licenciados na Universidade Independente.
E se Sócrates teve o brio de ver a sua licenciatura passada a um domingo, Armando Vara teve a sua licenciatura passada três dias antes de entrar como administrador da Caixa Geral de Depósitos.
Agora está de volta ao sucesso. E aí está outra vez o transmontano a subir a corda a pulso socialista.
Como tem saber e talento para tanta subida não se sabe, mas que Vara salta bem na dita que ninguém duvide.
Vejam este extracto de uma notícia do Público, ainda deste ano: Ex-professor de Sócrates envolvido no projecto Morais, GEPI e construtora da Covilhã fizeram moradia de Armando Vara 20.04.2007 - 09h03 José António Cerejo , PÚBLICO, Armando Vara, quando era secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do MAI ) e a engenheiros que dele dependiam para projectar a moradia que construiu perto de Montemor-o--Novo. Para fazer as obras serviu-se de uma empresa e de um grupo ao qual o GEPI adjudicava muitos dos seus concursos públicos.
Com 3500 contos (17.500 euros) o actual administrador da Caixa Geral de Depósitos e licenciado pela Universidade Independente tornou-se dono, em 1998, de 13.700 m2 situados junto a Fazendas de Cortiços, a três quilómetros de Montemor-o-Novo.
Em Março de 1999 requereu à câmara o licenciamento da ampliação e alteração da velha casa ali existente.
Tratava-se de fazer uma casa nova, com 335 m2, a partir de uma quase ruína de 171 m2. O alvará foi emitido em 2000 e a moradia, que nunca teve grande uso e se encontra praticamente abandonada, ficou pronta meses depois.
Já em 2005, Vara celebrou um contrato para a vender a um particular por 240 mil euros, mas o negócio acabou por não se concretizar.
Onde a história perde a banalidade é quando se vê quem projectou e construiu a moradia. O projecto de arquitectura tem o nome de Ana Morais.
Os projectos de estabilidade e das redes de esgotos e águas foram subscritos por Rui Brás.
Já as instalações eléctricas são da responsabilidade de João Morais. O > alvará da empresa que fez a casa diz que a mesma dá pelo nome de Constrope.
A arquitecta Ana Morais era à época casada com António José Morais, o então director do GEPI, que fora assessor de Armando Vara entre Novembro de 1995 e > Março de 1996. Nessa altura, recorde-se, foi nomeado director do GEPI por Armando Vara - cargo em que se manteve até Junho de 2002 - e era professor de quatro das cinco disciplinas que deram a José Sócrates o título de licenciado em Engenharia pela UnI.
O BCP continua no bom caminho como se pode ver.

Passatempo !!

Passatempo
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António Preto, deputado do PSD cujo nome apareceu associado a um processo de corrupção em 2003 no Centro de Exames da Tábua e que foi apanhado numa escuta policial em que recebia uma mala de dinheiro de um empresário da Amadora, será o relator do novo projecto de transposição da Directiva europeia de combate ao branqueamento de capitais.Razões para esta nomeação:1. O Carnaval ainda não acabou2. Para grandes males, grandes remédios: chame-se um especialista3. Era a única opção do PSD que permitia pôr tudo Preto no branco4. É dia 1 de Abril e ninguém nos disse nada5. A presunção da inocência é uma coisa muito bonita e as escutas são ilegais.

Pode ser útil !!

14 Sites Úteis
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01.Quando for comprar qualquer coisa não deixe de consultar o site GastarPouco. www.gastarpouco.com
02.Confira os melhores cruzeiros,datas, duração,preços, roteiros, etc.: www.bestpricecruises.com/default.asp
03. Indexador de imagens do Google - captura tudo que é foto e filme de dentro de seu computador e os agrupa, como você desejar:
04 .Semelhante ao Internet Explorer, porém muito mais rápido e eficiente, e lhe permite adicionar os botões que desejar, ou seja, manipulado como você o desejar: www.mozilla.org.br/firefox
05 Site de procura, semelhante ao GOOGLE:
06 .Site que lhe permite fazer pesquisas dentro de livros:
07.Site que o ajuda a conjugar verbos em 102 Idiomas:
08.Site de conversão de Unidades:
09 . Site para envio de e-mails pesados, acima de 50Mb:
10 Site para envio de e-mails pesados, sem limite de capacidade:
11 .Site que lhe permite falar e ver pela internet com outros computadores,ou LHE PERMITE FALAR DE SEU COMPUTADOR COM TELEFONES FIXOS E CELULARES EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO, GRÁTIS - De computador para computador, voz + imagem. De computador para telefone fixo ou celular:
12. Site que lhe permite ler jornais e revistas de todo o mundo.
13. Site de câmaras virtuais, funcionando 24 h por dia ao redor do mundo: www.earthcam.com
14.Site que lhe dá as horas em qualquer lugar do mundo:

sexta-feira

quinta-feira

É altura de REVISITAR EÇA DE QUEIROZ

"O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os carácteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte: o país está perdido!"
Eça de Queirós , 1871
Postado pelo Amigo João Sena

terça-feira

Natal dos Simples

Natal dos simples
Letra e música: Zeca Afonso(reis, janeiras, canção de Natal) In: Cantares de Andarilho;


Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras

Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas

Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte

Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra

Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza

Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura

Arménia Rua

segunda-feira

Carta ao Ministro das Finanças

Tive acesso a esta carta escrita por um cidadão ao nosso Ministro das Finanças, é verídica. Se todos tivesse-mos a atitude deste homem, que não conheço, quem sabe se o nosso Portugal não melhorava, e os nosso governantes pensassem mais no povo que governam e que os elegeram. Passem a todos este acto de coragem.

*

Ex.mo Senhor Ministro das Finanças

Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V.Ex.a para lhe fazer uma proposta:

A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, foi vítima de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma. Por esta "coisinha" sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.

Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância. Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:

a) a devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha.

b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda: c) os seis (6) tratamentos de quimioterapia. d) os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia. e) a angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.

f) os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo). g) ansiedade com que são acompanhados estes exames. h) A angústia em que vivemos permanentemente.

Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer. Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo. Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V.Ex.a que darei conhecimento da mesma a,

Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras... Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender.

Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.

Atentamente

19/Outubro/2007

Victor Lopes da Gama Cerqueira

segunda-feira

FELIZ ANO NOVO - 2008

FELIZ NATAL JOHN LENNON

PRESÉPIO

Natal 2007
Com musgo se fazem lindos presépios
Em criança corrias para o construir
Fazias personagens de papel
Nunca deverias crescer
Construir fortalezas...
Só com musgo...
E de papel!...



Feliz Natal

Votos de um SANTO NATAL !

sexta-feira

Ó LULA !

Vejam antes que seja proibido e saia do ar ( SENSACIONAL )!!! e ao mesmo tempo
uma grande mistura de sentimentos,,,raiva, tristeza, decepção e por aí vai,

segunda-feira

Oral de introdução ao DIREITO !

Exame de Direito ...

(Esta passou-se na Universidade Lusíada, no final do an-
terior ano lectivo. Na cadeira de ‘Introdução ao Direito’.)

Iam-se realizar as provas de exame orais. Tal como muitas outras ‘cadeiras’, esta também tem os seus professores que são uma espécie de monstros sagrados. Daqueles que dão um sete, e são capazes de dizer que um sete já é uma nota muito boa ...

Uma pergunta típica das provas orais desta cadeira - a uma universitária - é: “À luz do Direito, qual é a diferença entre você e uma vaca?” A pergunta serve como provocação. Mas a resposta é elementar ...

Pois lá apareceu uma daquelas alunas que vinha tentar fazer a cadeira pela terceira vez ... Um daqueles profes-sores tipo ‘monstro-sagrado’ começou por perguntar:


- “À luz do Direito, qual é a diferença entre você e uma vaca?”

A aluna hesitou um pouco, mas depois respondeu à vontade: - “Apalpe-me as mamas!”

O professor ficou perplexo: - “Como ????”

- “Apalpe-me as mamas!” repetiu a aluna tranquilamente.

- “Você tem a noção do que está a dizer?!” retorquiu o professor.

- “Claro. Quando me estão a foder ... gosto que me apalpem as mamas!” esclareceu a aluna.

domingo

O Pôr do Sol

FOTO DA SEMANA !


A ignorância da nossa juventude... ou o bom ensino que temos !







Ó Senhor Doutor ....

A Medicina é - diz quem a pratica - a mais bela das profissões.

Quem a exerce sabe que cada vez mais deve estar atento à qualidade da comunicação que mantém com o paciente como parte primordial de todo o projecto terapêutico: saber escutar o doente, entender as suas formas de expressão e saber transmitir em termos simples e directos aquilo que pensa e aquilo que pretende que o doente assimile e ponha em prática, sem recorrer ao linguajar hermético e técnico que caracteriza alguns sectores da classe médica, é para o clínico muito mais de meio caminho andado para o sucesso... "O doente que tem que contar em minutos os males de um "maldito corpo que não corresponde aos desejos da alma" está sujeito a lapsus linguae, frutos da atrapalhação, da timidez, do incómodo de ali estar perante o médico. Compreendamo-lo pois com bom humor!".


Carlos Barreira da Costa < http://www.hotfrog.pt/Empresas/Carlos-Barreira-Costa> , médico Otorrinolaringologista da mui nobre e Invicta cidade do Porto, decidiu compilar no seu livro "A Medicina na Voz do Povo", com o inestimável contributo de muitos colegas de profissão, trinta anos de histórias, crenças e dizeres ouvidos durante o exercício desta peculiar forma de apostolado que é a prática da medicina.


E dele não resisti a extrair verdadeiras jóias deste tão pouco conhecido léxico que decidi compartilhar convosco:

  1. O diálogo com um paciente com patologia da boca, olhos, ouvidos, nariz e garganta é sempre um desafio para o clínico:
  2. "A minha expectoração é limpa, assim branquinha, parece, com sua licença, espermatozóides".
  3. "Quando me assoo dou um traque pelo ouvido, e enquanto não puxar pelo corpo, suar, ou o caralho, o nariz não se destapa".
  4. "Não sei se isto que tenho no ouvido é cera ou caruncho". "Isto deu-me de ter metido a cabeça no frigorífico. Um mês depois fui ao Hospital e disseram-me que tinha bolhas de ar no ouvido".
  5. "Ouço mal, vejo mal, tenho a mente descaída". "Fui ao Ftalmologista, meteu-me uns parafusinhos nos olhos a ver se as lágrimas saiam".
  6. "Tenho a língua cheia de Áfricas".
  7. "Gostava que as papilas gustativas se manifestassem a meu favor".
  8. "O dente arrecolhia pus e na altura em que arrecolhia às imidulas infeccionava-as".
  9. "A garganta traqueia-me, dá-me aqueles estalinhos e depois fica melhor".
  10. As perturbações da fala impacientam o doente: "Na voz sinto aquilo tudo embuzinado". "Não tenho dores, a voz é que está muito fosforenta". "Tenho humidade gordurosa nas cordas vocais". "O meu pai morreu de tísica na laringe".
  11. Os "problemas da cabeça" são muito frequentes: "Há dias fiz um exame ao capacete no Hospital de S. João". "Andei num Neurologista que disse que parti o penedo, o rochedo ou lá o que é...". "Fui a um desses médicos que não consultam a gente, só falam pra nós". "Vem-me muitos palpites ruins, assim de baixo para cima...". "A minha cabecinha começa assim a ferver e fico com ela húmida, assim aos tombos, a trabalhar". "Ou caiu da burra ou foi um ataque cardeal".
  12. Os aparelhos genital e urinário são objecto de queixas sui generis:
    "Venho aqui mostrar a parreca". "A minha pardalona está a mudar de cor". "Às vezes prega-se-me umas comichões nas barbatanas". "Tenho esta comichão na perseguida porque o meu marido tem uma infecção na ponta da natureza". "Fazem aqui o Papa Micau (Papanicolau)?" "Quantos filhos teve?" - pergunta o médico. "Para a retrete foram quatro, senhor doutor, e à pia baptismal levei três". "Apareceu-me uma ferida, não sei se de infecção se de uma foda mal dada". "Tenho de ser operado ao stick. Já fui operado aos estículos". "Quando estou de pau feito... a puta verga". "O Médico mandou-me lavar a montadeira logo de manhã".
  13. As dores da coluna e do aparelho muscular e esquelético são difíceis de suportar:
    "Metade das minhas doenças é desfalsificação dos ossos e intendência para a tensão alta". "O pouco cálcio que tenho acumula-se na fractura". "Já tenho os ossos desclassificados". "Alem das itroses tenho classificação ossal". "O meu reumatismo é climático". "É uma dor insepulcrável". "Tenho artroses remodeladas e de densidade forte". "Estou desconfiado que tenho uma hérnia de escala".
  14. O português bebe e fuma muito e desculpa-se com frequência:
    "Tomo um vinho que não me assobe à cabeça". "Eu abuso um pouco da água do Luso". "Não era ébrio nato mas abusava um pouco do álcool" "Fujo dos antibióticos por causa do estômago. Prefiro remédios caseiros, a aguardente queimada faz-me muito bem". "Eu sou um fumador invertebrado".
  15. O aparelho digestivo origina sempre muitas queixas:
    "Fui operado ao panquecas". "Tive três úlceras: uma macho, uma fêmea e uma de gastrina". "Ando com o fígado elevado. Já o tive a 40, mas agora está mais baixo". "Eu era muito encharcado a essa coisa da azia".
  16. "Senhor Doutor a minha mulher tem umas almorródias que com a sua licença nem dá um peido".
  17. "Tenho pedra na basílica".
  18. "O meu marido está internado porque sangra pela via da frente e pinga pela via de trás".
  19. "Fizeram-me um exame que era uma televisão a trabalhar e eu a comer papa".
  20. "Fiz uma mamografia ao intestino".
  21. "O meu filho foi operado ao pence (apêndice) mas não lhe puseram os trenos ( drenos), encheu o pipo e teve que pôr o soma (sonda)".
  22. Os medicamentos e os seus efeitos prestam-se às maiores confusões:
    "Ando a tomar o Esperma Canulado"- Espasmo Canulase
  23. "Tenho cataratas na vista e ando a tomar o Simião" - Sermion
  24. "Andei a tomar umas injecções de Esferovite" - Parenterovit
  25. "Era um antibiótico perlim pim pim mas não me fez nada" - Piprilim
  26. "Agora estou melhor, tomo o Bate Certo" - Betaserc
  27. "Tomo o Sigerom e o Chico Bem" - Stugeron e Gincoben
  28. "Ando a tomar o Castro Leão" - Castilium "Tomei Sexovir" - Isovir
  29. "Tomo uma cábulas à noite".
  30. "Tomei uns comprimidos "jaunes", assim amarelados".
  31. "Tomo uns comprimidos a modos de umas aboborinhas". "Receitou-me uns comprimidos que me põem um pouco tonha".
  32. "Estava a ficar com os abéticos no sangue". "Diz lá no papel que o medicamento podia dar muitas complicações e alienações".
  33. "Quando acordo mais descaída tomo comprimidos de alta potência e fico logo melhor".
  34. "Ó Sra. Enfermeira, ele tem o cu como um véu. O líquido entra e nem actua". "Na minha opinião sinto-me com melhores sintomas".
  35. O que os doentes pensam do médico:
    "Também desculpe, aquela médica não tinha modinhos nenhuns".
  36. "Especialista, médico, mas entendido!".
  37. "Não sou muito afluente de vir aos médicos".
  38. "Quando eu estou mal, os senhores são Deus, mas se me vejo de saúde acho-vos uns estapores".
  39. "Gosto do Senhor Doutor! Diz logo o que tem a dizer, não anda a engasular ninguém".
  40. "Não há melhor doente que eu! Faço tudo o que me mandam, com aquela coisa de não morrer".
  41. Em relação ao doente o humor deve sempre prevalecer sobre a sisudez e o distanciamento. Senão atentem neste "clássico":
  42. "Ó Senhor Doutor, e eu posso tomar estes comprimidos com a menstruação? Ao que o médico retorque:
    "Claro que pode. Mas se os tomar com água é capaz de não ser pior ideia. Pelo menos sabe melhor."

sexta-feira

Novas Tecnologias


Brevemente o Primeiro Ministro vai fazer a troca dos actuais monitores de 14" por monitores de 22" , é a única maneira da rapaziada ver as REFORMAS !!!

quarta-feira

Aquilino Ribeiro

É um dos romancistas mais fecundos da primeira metade deste século. Inicia a sua obra em 1913 com os contos de Jardim das Tormentas e com o romance A Via Sinuosa, 1918, e mantém a qualidade literária na maioria dos seus textos, publicados com regularidade e êxito junto do público e da crítica.
Andam Faunos pelos Bosques, 1926, A Casa Grande de Romarigães, 1957, O Malhadinhas e Quando os Lobos Uivam, 1958, representam tendências constantes da sua ficção: um regionalismo que é apego à terra campesina e às suas gentes, sem perder universalidade nos seus caracteres e descrições; uma ironia terna e complacente perante os vícios humanos comuns; uma crítica violenta da opressão política e do fanatismo ideológico, uma atenção inebriada ao pulsar do torrão campestre, tanto como à vibração sensual do corpo no ser humano.

A bolota taluda ficara ali muito quieta, muito bem refastelada em virtude do próprio peso, enterrada que nem pelouro de batalha depois de passarem carros e carretas. Que fazer senão deitar-se a dormir?! Dormiu uma hora ou uma vida inteira, quem sabe?! Um laparoto veio lá de cascos de rolha, rapou a terra, fez um toural, aliviou-se, e ela ficou por baixo, sufocada sem poder respirar, em plena escuridão. Estava no fim do fim? Um belisco, e do seu flanco saiu como uma flecha. Era de luz ou de vida? Era uma fonte ou antes um cântico de ave, de água corrente, de vagem a estalar com o sol (... )? Era tudo isto, encarnado no fogo incomburente que lhe lavrava no flanco, verbo que acabou por irradiar do próprio mistério do seu ser.
Do pinhão, que um pé-de-vento arrancou da pinha-mãe, e da bolota, que a ave deixou cair no solo, repetido o acto mil vezes, gerou-se a floresta.
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A Casa Grande de Romarigães (excerto)

sábado

Homenagem a Luciano Pavarotti

Avé Maria Shubert

*

Morreu ontem de madrugada Luciano Pavarotti, há anos em luta contra o cancro. Descomunal em tamanho e em talento, o tenor era ainda maior em humildade e humanismo.

É a perda da mais bonita voz de tenor dos meus tempos e de um ser humano extraordinário, era um ser único pela imensidão da sua bondade.

Aqui fica uma pequena homenagem, a quem foi ENORME.

A Voz do BOM Gigante


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SchizoidXXI
Nadie interpreta Nessun Dorma como él.