terça-feira
MÚSICA para as suas Férias !!!
quarta-feira
A FALTA DE VERGONHA
recente sondagem Gallup a nível mundial, e também em Portugal, mostra a falta de confiança que existe nos responsáveis políticos deste regime.Tenho 47 anos de serviço ao Estado, nas mais diferentes funções de grande responsabilidade, sei como se pode governar com sentido de serviço público, sem qualquer vantagem pessoal, e sei qual é a minha pensão de aposentação publicada em D.R.Se sinto a revolta crescente daqueles que comigo contactam, eu próprio começo a sentir que a minha capacidade de resistência psicológica a tanta desvergonha, mantendo sempre uma posição institucional e de confiança no sistema que a III República instaurou, vai enfraquecendo todos os dias.Já fui convidado para encabeçar um movimento de indignação contra este estado de coisas e tenho resistido.Mas a explosão social está a chegar. Vão ocorrer movimentos de cidadãos que já não podem aguentar mais o que se passa.É óbvio que não será pela acção militar que tal acontecerá, não só porque não resolveria o problema mas
também porque o enquadramento da UE não o aceitaria; não haverá mais cardeais e generais para resolver este tipo de questões. Isso é um passado enterrado. Tem de ser o próprio sistema político e social a tomar as medidas correctivas para diminuir os crescentes focos de indignação e revolta.Os sintomas são iguais aos que aconteceram no final da Monarquia e da I República, sendo bom que os responsáveis não olhem para o lado, já que, quando as grandes explosões sociais acontecem, ninguém sabe como acabam. E as más experiências de Portugal devem ser uma vacina para evitar erros semelhantes na actualidade.É espantosa a reacção ofendida dos responsáveis políticos quando alguém denuncia a corrupção, sendo evidente que deve ser provada; e se olhassem para dentro dos partidos e começassem a fazer a separação entre o trigo e o joio? Seria um bom princípio!Corrija-se o que está errado, as mordomias e as injustiças, e a tranquilidade voltará, porque o povo compreende os sacrifícios se forem dist ribuídos por todos.
-
-
Observação do Coronel Manuel Amaro Bernardes:
Este General tem grande experiência política. Foi Governador de Macau no período complicado do pós 25 de Abril de 1974 e é um estudioso dos assuntos internacionais e de segurança. Actualmente está à frente do Observatório de Segurança. De facto a situação deve merecer a maior reflexão, pois estamos lembrados do sucedido em anos anteriores em França, com os grandes incidentes de rua.
Manuel Bernardo
Sr. Major, demita-se
Deputado Português
A Carta que define o HOMEM
Possuidor de uma excelente capacidade de comando e elevados dotes de coragem, obteve assinaláveis sucessos e muito prestígio, nas inúmeras operações em que tomou parte. A sua acção em combate honrou as nossas Forças Armadas!
Quanto ao documento... sem comentários !
Serra Pinto
Ex.mo Senhor Ministro das Finanças
Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V.Ex.a para lhe fazer uma proposta:
A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, foi vítima de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma.
Por esta "coisinha" sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.
Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância.
Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:
a) a devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha.
b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:
c) os seis (6) tratamentos de quimioterapia.
d) os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.
e) a angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.
f) os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).
g) ansiedade com que são acompanhados estes exames.
h) A angústia em que vivemos permanentemente.
Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.
Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo.
Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V.Ex.a que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras...
Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender.
Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.
Atentamente> 19/Outubro/2007> Victor Lopes da Gama Cerqueira
quinta-feira
CANTIGA DE ABRIL
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Quase, quase cinquenta anos
reinaram neste país,
a conta de tantos danos,
de tantos crimes e enganos,
chegava até à raiz.
-
Qual cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Tantos morreram sem ver
o dia do despertar!
Tantos sem poder saber
com que letras escrever,
com que palavras gritar!
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Essa paz do cemitério
toda prisão e censura,
e o poder feito galdério,
sem limite e sem cautério,
todo embófia e sinecura.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Esses ricos sem vergonha,
esses pobres sem futuro,
essa emigração medonha,
e a tristeza uma peçonha
envenenando o ar puro.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Essas guerras de além-mar
gastando as armas e a gente,
esse morrer e matar
sem sinal de se acabar
por política demente.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Esse perder-se no mundo
o nome de Portugal,
essa amargura sem fundo,
só miséria sem segundo,
só desespero fatal.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Quase, quase cinquenta anos
durou esta eternidade,
numa sombra de gusanos
e em negócios de ciganos,
entre mentira e maldade.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Saem tanques para a rua,
sai o povo logo atrás:
estala enfim altiva e nua
com força que não recua,
a verdade mais veraz.
-
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
-
Publicado por A.David
terça-feira
domingo
segunda-feira
quinta-feira
O pior analfabeto é o analfabeto politico
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, da renda de casa, do sapato e do remédio depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e enche o peito dizendo que odeia a política.
Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais."
Berthold Brecht
terça-feira
Para reflexão !
SEDES
Esta associação surgiu no Marcelismo e pareceu-me uma tentativa para o regime dominar a oposição, neutralizar as suas ideias e para obrigar a participar no poder.
Assisti a algumas das suas iniciativas nessa época, Com alguma utilidade.
O fim do regime retirou-lhe protagonismo e permitiu a sua sobrevivênvia, com aparições públicas esporádicas. Parece um grupo com forte presença de Professsores Universitários, ligados a pesados interesses financeiros, um forúm de direita que esporadicamente converge com ideias mais à esquerda.
Desta vez foi utilizada como arma o arremesso contra o PS e para permitir a intervenção do presidente da Répública. Refiro-me à denúncia sobre a falta de democracia actual em Portugal devido à tomada de assalto por grupos organizados de todos os partidos políticos e do Estado.
Depois da intervenção do Presidente da Répública (afirmou que concordava e que já agia no sentido de corrigir essa realidade...), os opinion makers apressaram-se a desvalorizar a intervenção, afirmando que todos sabíamos já dessa realidade. Os partidos da oposição reagiram de forma ambígua, acusando o partido do poder e negando ou omitindo as suas responsabilidades.
A minha experiência pessoal de tentativa de participação cívica na sociedade e de exercício profissional no estado confirma a realidade denunciada.
De facto, existem grupos organizados que monopolizam totalmente o poder. Vedam a participação dos Cidadãos e reservam só para si o reconhecimento do mérito e da competência, impedindo que a generalidade dos Cidadãos sejam reconhecidos socialmente e possam trabalhar com liberdade. Denunciar esta realidade tem mérito, mas consegue transformar as coisas no sentido certo. É de enorme dificuldade! Os grupos estão enquistados nos partidos e no Estado e é muito difícil desalojá-los.
O parido mais "viciado" nestas práticas é o PS e não é só agora que as utiliza. De facto, desde a República que os sectores sociais que se aproveitam de organizações como o PS. Só que a concentração económica imparável lhes tem facilitado abusr mais e impunemente... as tentativas de lançar lançar políticas contra este flagelo têm todas fracassado e não têm divulgação pública.
A existência de um Primeiro-Ministro, Sócrates, com nome de Filósofo Grego, antigo pato-bravo, filho de um Arquitecto e de Familias de Empreiteiros, com o curso de Agente Técnico de Engenharia e conclusão burocrática e apressada de um curso de Engenharia Civil, com carreira Política conseguida à custa de troca de favores no seio dos citados grupos de interesses, é a melhor demonstração desta realidade! Quando toda esta comédia terminará em (BEM...)
segunda-feira
domingo
EM 1871 ERA ASSIM

Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os carácteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!»
-
De onde é que vieram tantos COMUNISTAS !!
Sócrates ! explica ao ignorante, de onde vieram tantos Comunistas, será que ainda não percebeste, que são aqueles que humilhas diáriamente que estão em LUTA.sábado
Para onde caminhamos !!
Editorial
-
A ida da polícia a várias escolas em vésperas de uma manifestação nacional de professores tem de ser rapida e cabalmente esclarecida. É preciso saber quem foi, quem mandou e para quê. Não bastam explicações administrativas, exige-se uma resposta política de acordo com a tradição democrática do Partido Socialista e sem transferência de responsabilidades de cima para baixo. Caso contrário, algo não estará certo nesta democracia, pela qual somos todos responsáveis. Sobretudo aqueles que por ela lutaram e aqueles a quem, como aos órgãos de soberania e, em especial, ao senhor Presidente da República, cabe garantir os direitos e liberdades dos cidadãos.
quinta-feira
terça-feira
O Professor que Sócrates não conhecia !!
O António José Morais é primo em primeiro grau da Dra. Edite Estrela.
É um transmontano tal como a prima que também é uma grande amiga do Eng. Sócrates. Também é amigo de outro transmontano, também licenciado pela INDEPENDENTE o Dr. Armando Vara, antigo caixa da Caixa Geral de Depósitos e actualmente Administrador da Caixa Geral de Depósitos, grande amigo do Eng. Sócrates e da Dr.ª Edite Estrela.
O Eng. Morais trabalhou no prestigiado LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil), só que devido ao seu elevado empreendedorismo canalizava trabalhos destinados ao LNEC, para uma empresa em que era parte interessada.
Nesta sua fase de consultor de reconhecido mérito trabalhou para a Câmara da Covilhã onde vendeu serviços requisitados pelo técnico Eng.Sócrates.
Daí nasce uma amizade.
É desta amizade entre o Eng. da Covilhã e o Eng. Consultor que se dá a apresentação do Eng. Sócrates à Dr.ª Edite Estrela, proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista. E assim começa a fulgurante ascensão do Eng. Sócrates no Partido Socialista de Lisboa apadrinhada pela famosa Dr.ª Edite. Estrela, ainda hoje um vulto extremamente influente no núcleo duro do líder socialista.
O Eng. Morais demasiado envolvido noutros projectos faltava amiúde às aulas e, naturalmente, foi convidado a sair daquela docência.
Homem de grande espírito de iniciativa, rapidamente, se colocou na Universidade Independente. Aí o seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na politica e na governação seguiu-o ......" porque era a escola, mais perto do ISEL que encontrou ".
E assim se licenciou, tendo como professor da maioria das cadeiras (logo quatro) o desconhecido mas exigente Eng. Morais. E ultrapassando todas as dificuldades, conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador estudante licencia-se, e passa a ser Engenheiro, à revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que segundo consta é quem diz quem é Engenheiro ou não, sobrepondo-se completamento ao Ministério que tutela o ensino superior.
Eis que licenciado o governante há que retribuir o esforço do HIPER-MEGA PROFESSOR, que com o sacrifício do seu próprio descanso deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora de normal já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente.
E assim lá foi o apaixonado Eng. Morais despedido outra vez.
A Criancinha !!
A criancinha quer Playstation. A gente dá. A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa. A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementae acaba tudo em festim de chocolate. A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umastantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha. A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque acriancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
segunda-feira
É uma questão de História
É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças aliadas, General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos.
E o motivo, ele assim explanou: ' Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, em algum ponto ao longo da história, algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca aconteceu'.
'Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam'. (Edmund Burke)
Relembrando:
Esta semana, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque 'ofendia' a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu...
Este é um presságio assustador sobre o medo que está atingindo o mundo, e o quão facilmente cada país está se deixando levar.
Estamos a mais de 60 anos do término da Segunda Guerra Mundial.
Este blog e outros meios tais como os e-mails servirão como uma corrente, em memória dos 6 milhões de judeus,20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, e 1900 padres católicos que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados , mortos de fome e humilhados , enquanto Alemanha e Rússia olhavam em outras direcções.
Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, sustentando que o 'Holocausto é um mito', torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.
A intenção de colocar este e-mail recebido no meu blog, é para que ele seja lido por todos os que me visitam em todo o mundo.
Seja um elo desta corrente, copie este texto e ajude a envia-lo por e-mail para o mundo todo.
PORTUGAL NO SEU MELHOR !!!
Sabem quanto ganham ?
Os partidos políticos neste país têm servido fundamentalmente para uma cambada de oportunistas incompetentes conseguir ser nomeada para cargos a que por competência e mérito próprios nunca teriam acesso.
Luxemburgo
Salário médio
645,00 €
3 213,00 €
IMI da moradia
2300,00 €
70,00 €
Valor do IMI em % do salário médio
356 %
2 %
O que nos estão a fazer é imoral meu amigo. Comprámos casas para não estarmos a pagar renda a um senhorio e em vez disso a partir do infame decreto-lei da Dra. Ferreira Leite iremos ser obrigados a pagar renda ao Estado.
A estes juntam-se mais 80 000 que continuam a residir em Portugal mas já trabalham em Espanha durante a semana.
A estes infelizes contrapõe-se uma minoria sem qualquer mérito que está cada vez mais rica fazendo negócios com o Estado, sob a protecção do Estado, ou favorecidos pelo Estado (vide empresas de obras públicas, telecomunicações, energia, banca, etc.), usufruindo de um regime de monopólio ou quase que lhes permite cobrar os preços que querem (normalmente exorbitantes) aos consumidores os quais são forçados a ser seus clientes porque não têm outra alternativa.
É este o retrato dos portugueses. São explorados economicamente, maltratados pelos agentes do Estado, escarnecidos pelos políticos, desprezados pelos oligarcas, mas devido às sistemáticas operações de marketing, propaganda, manipulação dos media e contra informação efectuada pelos políticos, parte da população ainda anda satisfeita porque julga viver num cantinho do céu.
Quero esclarecer que até ao presente também eu fui um dos cidadãos vítima de abusos e prepotências e que se calaram. Agora estou farto e para mim chegou a altura de dizer BASTA!
Só com um movimento cívico forte, organizado, disciplinado e determinado conseguiremos modificar o regime.
Degustação de vinho em Minas
Subir na vida não é dificil !
Passatempo !!
António Preto, deputado do PSD cujo nome apareceu associado a um processo de corrupção em 2003 no Centro de Exames da Tábua e que foi apanhado numa escuta policial em que recebia uma mala de dinheiro de um empresário da Amadora, será o relator do novo projecto de transposição da Directiva europeia de combate ao branqueamento de capitais.Razões para esta nomeação:1. O Carnaval ainda não acabou2. Para grandes males, grandes remédios: chame-se um especialista3. Era a única opção do PSD que permitia pôr tudo Preto no branco4. É dia 1 de Abril e ninguém nos disse nada5. A presunção da inocência é uma coisa muito bonita e as escutas são ilegais.
Pode ser útil !!
sexta-feira
quinta-feira
É altura de REVISITAR EÇA DE QUEIROZ
"O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os carácteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte: o país está perdido!" segunda-feira
terça-feira
Natal dos Simples
Letra e música: Zeca Afonso(reis, janeiras, canção de Natal) In: Cantares de Andarilho;
Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte
Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra
Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza
Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura
Arménia Rua
segunda-feira
Carta ao Ministro das Finanças
Tive acesso a esta carta escrita por um cidadão ao nosso Ministro das Finanças, é verídica. Se todos tivesse-mos a atitude deste homem, que não conheço, quem sabe se o nosso Portugal não melhorava, e os nosso governantes pensassem mais no povo que governam e que os elegeram. Passem a todos este acto de coragem.
*
Ex.mo Senhor Ministro das Finanças
Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V.Ex.a para lhe fazer uma proposta:
A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, foi vítima de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma. Por esta "coisinha" sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.
Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância. Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:
a) a devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha.
b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda: c) os seis (6) tratamentos de quimioterapia. d) os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia. e) a angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.
f) os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo). g) ansiedade com que são acompanhados estes exames. h) A angústia em que vivemos permanentemente.
Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer. Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo. Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V.Ex.a que darei conhecimento da mesma a,
Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras... Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender.
Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.
Atentamente
19/Outubro/2007
Victor Lopes da Gama Cerqueira
quarta-feira
segunda-feira
PRESÉPIO
Em criança corrias para o construir
Fazias personagens de papel
Nunca deverias crescer
Construir fortalezas...
Só com musgo...
E de papel!...
Feliz Natal
sexta-feira
Ó LULA !
Vejam antes que seja proibido e saia do ar ( SENSACIONAL )!!! e ao mesmo tempo
uma grande mistura de sentimentos,,,raiva, tristeza, decepção e por aí vai,
segunda-feira
Oral de introdução ao DIREITO !
Exame de Direito ...
(Esta passou-se na Universidade Lusíada, no final do an-
terior ano lectivo. Na cadeira de ‘Introdução ao Direito’.)
Iam-se realizar as provas de exame orais. Tal como muitas outras ‘cadeiras’, esta também tem os seus professores que são uma espécie de monstros sagrados. Daqueles que dão um sete, e são capazes de dizer que um sete já é uma nota muito boa ...
Uma pergunta típica das provas orais desta cadeira - a uma universitária - é: “À luz do Direito, qual é a diferença entre você e uma vaca?” A pergunta serve como provocação. Mas a resposta é elementar ...
Pois lá apareceu uma daquelas alunas que vinha tentar fazer a cadeira pela terceira vez ... Um daqueles profes-sores tipo ‘monstro-sagrado’ começou por perguntar:
- “À luz do Direito, qual é a diferença entre você e uma vaca?”
A aluna hesitou um pouco, mas depois respondeu à vontade: - “Apalpe-me as mamas!”
O professor ficou perplexo: - “Como ????”
- “Apalpe-me as mamas!” repetiu a aluna tranquilamente.
- “Você tem a noção do que está a dizer?!” retorquiu o professor.
- “Claro. Quando me estão a foder ... gosto que me apalpem as mamas!” esclareceu a aluna.
domingo
Ó Senhor Doutor ....
A Medicina é - diz quem a pratica - a mais bela das profissões.
Quem a exerce sabe que cada vez mais deve estar atento à qualidade da comunicação que mantém com o paciente como parte primordial de todo o projecto terapêutico: saber escutar o doente, entender as suas formas de expressão e saber transmitir em termos simples e directos aquilo que pensa e aquilo que pretende que o doente assimile e ponha em prática, sem recorrer ao linguajar hermético e técnico que caracteriza alguns sectores da classe médica, é para o clínico muito mais de meio caminho andado para o sucesso... "O doente que tem que contar em minutos os males de um "maldito corpo que não corresponde aos desejos da alma" está sujeito a lapsus linguae, frutos da atrapalhação, da timidez, do incómodo de ali estar perante o médico. Compreendamo-lo pois com bom humor!".
Carlos Barreira da Costa < http://www.hotfrog.pt/Empresas/Carlos-Barreira-Costa> , médico Otorrinolaringologista da mui nobre e Invicta cidade do Porto, decidiu compilar no seu livro "A Medicina na Voz do Povo", com o inestimável contributo de muitos colegas de profissão, trinta anos de histórias, crenças e dizeres ouvidos durante o exercício desta peculiar forma de apostolado que é a prática da medicina.
E dele não resisti a extrair verdadeiras jóias deste tão pouco conhecido léxico que decidi compartilhar convosco:
- O diálogo com um paciente com patologia da boca, olhos, ouvidos, nariz e garganta é sempre um desafio para o clínico:
- "A minha expectoração é limpa, assim branquinha, parece, com sua licença, espermatozóides".
- "Quando me assoo dou um traque pelo ouvido, e enquanto não puxar pelo corpo, suar, ou o caralho, o nariz não se destapa".
- "Não sei se isto que tenho no ouvido é cera ou caruncho". "Isto deu-me de ter metido a cabeça no frigorífico. Um mês depois fui ao Hospital e disseram-me que tinha bolhas de ar no ouvido".
- "Ouço mal, vejo mal, tenho a mente descaída". "Fui ao Ftalmologista, meteu-me uns parafusinhos nos olhos a ver se as lágrimas saiam".
- "Tenho a língua cheia de Áfricas".
- "Gostava que as papilas gustativas se manifestassem a meu favor".
- "O dente arrecolhia pus e na altura em que arrecolhia às imidulas infeccionava-as".
- "A garganta traqueia-me, dá-me aqueles estalinhos e depois fica melhor".
- As perturbações da fala impacientam o doente: "Na voz sinto aquilo tudo embuzinado". "Não tenho dores, a voz é que está muito fosforenta". "Tenho humidade gordurosa nas cordas vocais". "O meu pai morreu de tísica na laringe".
- Os "problemas da cabeça" são muito frequentes: "Há dias fiz um exame ao capacete no Hospital de S. João". "Andei num Neurologista que disse que parti o penedo, o rochedo ou lá o que é...". "Fui a um desses médicos que não consultam a gente, só falam pra nós". "Vem-me muitos palpites ruins, assim de baixo para cima...". "A minha cabecinha começa assim a ferver e fico com ela húmida, assim aos tombos, a trabalhar". "Ou caiu da burra ou foi um ataque cardeal".
- Os aparelhos genital e urinário são objecto de queixas sui generis:
"Venho aqui mostrar a parreca". "A minha pardalona está a mudar de cor". "Às vezes prega-se-me umas comichões nas barbatanas". "Tenho esta comichão na perseguida porque o meu marido tem uma infecção na ponta da natureza". "Fazem aqui o Papa Micau (Papanicolau)?" "Quantos filhos teve?" - pergunta o médico. "Para a retrete foram quatro, senhor doutor, e à pia baptismal levei três". "Apareceu-me uma ferida, não sei se de infecção se de uma foda mal dada". "Tenho de ser operado ao stick. Já fui operado aos estículos". "Quando estou de pau feito... a puta verga". "O Médico mandou-me lavar a montadeira logo de manhã". - As dores da coluna e do aparelho muscular e esquelético são difíceis de suportar:
"Metade das minhas doenças é desfalsificação dos ossos e intendência para a tensão alta". "O pouco cálcio que tenho acumula-se na fractura". "Já tenho os ossos desclassificados". "Alem das itroses tenho classificação ossal". "O meu reumatismo é climático". "É uma dor insepulcrável". "Tenho artroses remodeladas e de densidade forte". "Estou desconfiado que tenho uma hérnia de escala". - O português bebe e fuma muito e desculpa-se com frequência:
"Tomo um vinho que não me assobe à cabeça". "Eu abuso um pouco da água do Luso". "Não era ébrio nato mas abusava um pouco do álcool" "Fujo dos antibióticos por causa do estômago. Prefiro remédios caseiros, a aguardente queimada faz-me muito bem". "Eu sou um fumador invertebrado". - O aparelho digestivo origina sempre muitas queixas:
"Fui operado ao panquecas". "Tive três úlceras: uma macho, uma fêmea e uma de gastrina". "Ando com o fígado elevado. Já o tive a 40, mas agora está mais baixo". "Eu era muito encharcado a essa coisa da azia". - "Senhor Doutor a minha mulher tem umas almorródias que com a sua licença nem dá um peido".
- "Tenho pedra na basílica".
- "O meu marido está internado porque sangra pela via da frente e pinga pela via de trás".
- "Fizeram-me um exame que era uma televisão a trabalhar e eu a comer papa".
- "Fiz uma mamografia ao intestino".
- "O meu filho foi operado ao pence (apêndice) mas não lhe puseram os trenos ( drenos), encheu o pipo e teve que pôr o soma (sonda)".
- Os medicamentos e os seus efeitos prestam-se às maiores confusões:
"Ando a tomar o Esperma Canulado"- Espasmo Canulase - "Tenho cataratas na vista e ando a tomar o Simião" - Sermion
- "Andei a tomar umas injecções de Esferovite" - Parenterovit
- "Era um antibiótico perlim pim pim mas não me fez nada" - Piprilim
- "Agora estou melhor, tomo o Bate Certo" - Betaserc
- "Tomo o Sigerom e o Chico Bem" - Stugeron e Gincoben
- "Ando a tomar o Castro Leão" - Castilium "Tomei Sexovir" - Isovir
- "Tomo uma cábulas à noite".
- "Tomei uns comprimidos "jaunes", assim amarelados".
- "Tomo uns comprimidos a modos de umas aboborinhas". "Receitou-me uns comprimidos que me põem um pouco tonha".
- "Estava a ficar com os abéticos no sangue". "Diz lá no papel que o medicamento podia dar muitas complicações e alienações".
- "Quando acordo mais descaída tomo comprimidos de alta potência e fico logo melhor".
- "Ó Sra. Enfermeira, ele tem o cu como um véu. O líquido entra e nem actua". "Na minha opinião sinto-me com melhores sintomas".
- O que os doentes pensam do médico:
"Também desculpe, aquela médica não tinha modinhos nenhuns". - "Especialista, médico, mas entendido!".
- "Não sou muito afluente de vir aos médicos".
- "Quando eu estou mal, os senhores são Deus, mas se me vejo de saúde acho-vos uns estapores".
- "Gosto do Senhor Doutor! Diz logo o que tem a dizer, não anda a engasular ninguém".
- "Não há melhor doente que eu! Faço tudo o que me mandam, com aquela coisa de não morrer".
- Em relação ao doente o humor deve sempre prevalecer sobre a sisudez e o distanciamento. Senão atentem neste "clássico":
- "Ó Senhor Doutor, e eu posso tomar estes comprimidos com a menstruação? Ao que o médico retorque:
"Claro que pode. Mas se os tomar com água é capaz de não ser pior ideia. Pelo menos sabe melhor."
sexta-feira
Novas Tecnologias
quarta-feira
Aquilino Ribeiro
É um dos romancistas mais fecundos da primeira metade deste século. Inicia a sua obra em 1913 com os contos de Jardim das Tormentas e com o romance A Via Sinuosa, 1918, e mantém a qualidade literária na maioria dos seus textos, publicados com regularidade e êxito junto do público e da crítica.Andam Faunos pelos Bosques, 1926, A Casa Grande de Romarigães, 1957, O Malhadinhas e Quando os Lobos Uivam, 1958, representam tendências constantes da sua ficção: um regionalismo que é apego à terra campesina e às suas gentes, sem perder universalidade nos seus caracteres e descrições; uma ironia terna e complacente perante os vícios humanos comuns; uma crítica violenta da opressão política e do fanatismo ideológico, uma atenção inebriada ao pulsar do torrão campestre, tanto como à vibração sensual do corpo no ser humano.
A bolota taluda ficara ali muito quieta, muito bem refastelada em virtude do próprio peso, enterrada que nem pelouro de batalha depois de passarem carros e carretas. Que fazer senão deitar-se a dormir?! Dormiu uma hora ou uma vida inteira, quem sabe?! Um laparoto veio lá de cascos de rolha, rapou a terra, fez um toural, aliviou-se, e ela ficou por baixo, sufocada sem poder respirar, em plena escuridão. Estava no fim do fim? Um belisco, e do seu flanco saiu como uma flecha. Era de luz ou de vida? Era uma fonte ou antes um cântico de ave, de água corrente, de vagem a estalar com o sol (... )? Era tudo isto, encarnado no fogo incomburente que lhe lavrava no flanco, verbo que acabou por irradiar do próprio mistério do seu ser.
Do pinhão, que um pé-de-vento arrancou da pinha-mãe, e da bolota, que a ave deixou cair no solo, repetido o acto mil vezes, gerou-se a floresta.
A Casa Grande de Romarigães (excerto)
sábado
Homenagem a Luciano Pavarotti
Avé Maria Shubert
*
Morreu ontem de madrugada Luciano Pavarotti, há anos em luta contra o cancro. Descomunal em tamanho e em talento, o tenor era ainda maior em humildade e humanismo.
É a perda da mais bonita voz de tenor dos meus tempos e de um ser humano extraordinário, era um ser único pela imensidão da sua bondade.
Aqui fica uma pequena homenagem, a quem foi ENORME.





